domingo, 25 de junho de 2017

A ZONA PORTUÁRIA DO RIO DE JANEIRO, UM ANO DEPOIS

Lagoa de Marapendi, Barra da Tijuca. Foto: Urbe CaRioca, 2014.

Em 25/06/2016 este blog publicou A ZONA PORTUÁRIA E O BOULEVARD EXPRESSO: Comentários de Edison Musa, Roberto Anderson, e outros.

Hoje, exatamente um ano depois, editorial do jornal O Globo diz “Projeto do Porto não pode ser descontinuado”.

É verdade. Muitos itens, entretanto, cabem no tema ‘não pode ser descontinuado’, em se tratando de Rio de Janeiro pós-olímpico. Para citar apenas dois exemplos, temos o Parque Olímpico hoje abandonado, e a promessa-legado de transformar estrutura da Arena do Futuro em quatro escolas púbicas, material ao qual o Clube Fluminense se candidatou com a ideia de aproveitá-lo para construir um estádio próprio; e a despoluição de rios, lagoas, canais, e Baía de Guanabara, assunto da maior importância que parece esquecido.

O editorial reflete reportagem publicada no último domingo pelo mesmo jornal, comentada aqui em O RIO DE JANEIRO E O URBANISMO CARECA-CABELUDO (20/06/2017).

Não se deve esquecer que a Zona Portuária - das estranhas CEPACs, dos gigantes gabaritos, da ausência de prédios residenciais, e onde a celebrada orla renovada está tomada por moradores de rua e camelôs (não é privilégio do local, diga-se) – contou com a parceria da Fundação Roberto Marinho para a realização do Museu MAR e do Museu do Amanhã, que impulsionam as visitas à Praça Mauá e arredores. É justa a preocupação apontada no editorial, com a cidade e com os investimentos do grupo empresarial.


Os comentários do jornal O Globo de hoje podem ser lidos AQUI.

Leitores do blog estão convidados a enviar novas análises, depois de um ano do post citado no início deste, e quase um ano depois de iniciados os Jogos Olímpicos 2016 em terras cariocas.

Urbe CaRioca


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